10 agosto 2011

Quatro Macaquinhos...


em cima de uma árvore, a dizer ao crocodilo: "Não nos podes apanhar!".... :)

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11 maio 2011

Nunca se sabe quando dá a fome

Eu e o piolho 3 no quarto dele, ele abre a gaveta da sua mesa de cabeceira e diz com um ar muito triste, "Ohhhh".
Pergunto eu, o que foi fofinho?
- Está estragada!! - E tira da gaveta um resto de maçã já com bolor e tudo...
- Tu guardaste isso aí?! Não se guarda restos de comida dentro das gavetas...
- Guarda, guarda, mas está estragada...

Escusado será dizer que é o meu filho mais comilão...

23 novembro 2010

Estava eu a fazer qualquer coisa que não me lembro agora, quando me pergunta como é o infinito. Respondi que não sabia (resposta parva por não estar a ligar à pergunta que ele me estava a fazer, que eu sei como é o infinito...), ao que me diz ele que são duas bolas... Isto vindo de um miúdo que do 7, inclusivé, para cima, ainda troca os algarismos, mas que pelos vistos o infinito já sabe.

18 novembro 2010

Diferenças ou o pessoal médico é passado da cabeça

Agora (há dois anos e meio não era assim) pouco depois de nascerem e ainda no hospital, é feito o despiste auditivo aos bebés. A minha piolhinha teve o primeiro chumbo da sua vida ao não passar no teste ao ouvido direito. Por esse motivo na sexta-feira passada fomos ao hospital repetir o teste.
Chegámos, estacionámos, fomos a um lado não era ali, fomos até ao sítio certo, fizemos a inscrição e fomos para a sala de espera onde me deparei com várias mães, algumas com os papás, com os seus bebés, todos com o mesmo tempo da minha. Ao olhar para elas e para a tralha que traziam com elas (e é aqui que entra a primeira parte do título do post) revi-me há cinco anos e meio atrás. Carrinho, algumas com ovinhos, duas ou três grandes malas, mantas e mais mantas e mais brinquedos e mais chuchas e mais biberons. Nervosas a tentar adormecer os bebés, pois o exame deveria ser feito com os bebés a dormir, e quanto mais nervosas as mães mais abanavam e quanto mais abanavam mais os bebés choravam. Agora o que levo nas saídas está reduzido ao que posso na realidade precisar para um dia, e não para uma semana, e que cabe numa pequena mochila. Brinquedos os coitados dos bebés deste tamanho ainda não ligam nenhuma, chuchas e biberons não usamos, e como a pequena vai no pano não precisa de mantas. Quanto mais filhos temos, menos tralha precisamos!!
Quando entrámos para fazer o exame, a menina estava a dormir mas quando lhe enfiaram a coisa (não faço ideia o nome daquilo) no ouvido começou logo a refilar - abanar a cabecinha e fazer uns sons de desagrado. As senhoras disseram para lhe pôr a chucha para ela estar quieta e quando eu respondi que ela não usava (aqui entra a segunda parte do título do post) uma delas começou a enfiar-lhe os dedos na boca - os dedos da mulher, não os da bebé (só a mim é que isto me parece uma parvoíce das grandes?!?!? agora enviam os dedos, lavados ou não que nem isso sei, na boca de bebés para os tentar manter quietos?!?!?)... Sugeri colocar a bebé na maminha o que resultou na perfeição e o exame foi realizado num instante. Desta vez a moçoila passou com distinção :)

11 novembro 2010

Mês e meio II

Já se ri quando falamos com ela, desde que esteja de barriga cheia e rabinho limpo, e palra em resposta às nossas conversas. Gosta de ver tudo e tem muita força no pescoço. Mas o que acho mais giro, por muitos filhos que se tenha é sempre uma maravilha ver as suas conquistas, é o "treino" que tem feito para conseguir chuchar nos dedos. Com um ar muito concentrado leva uma mão à boca, umas vezes acerta à primeira outras acerta no nariz ou num olho. Umas vezes chora chateada por não ter conseguido, mas normalmente volta a tentar. Às vezes consegue corrigir mexendo a cabeça, outras volta a fazer o movimento com o braço. Umas vezes fica a chuchar na mãozinha fechada, outras consegue apanhar o polegar. Todos os dias passa vários minutos neste treino e todos os dias consegue mais vezes acertar e ficar mais tempo a chuchar no seu dedinho :)

10 novembro 2010

Mês e meio

Ao contrário do irmão mais novo, que até aos 12 meses ou mais, eu podia deixá-lo em qualquer lado que ele dali não saia, esta pequenina não pode sair da minha vista. Tinha-a deixado a dormir no MEIO da minha cama, enrolada na manta dela e tapada com os meus cobertores. Estava a dar o pequeno almoço aos mais crescidos quando ela começou a choramingar, pouco depois fui ter com ela e dei com ela assim. Mais mês menos mês deve me estar a pedir para ir sair com os amigos :p.

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07 novembro 2010

Inocência

Isto andava perdido dentro de uma qualquer caixa d brinquedos, já nem me lembrava que existia quando apareceu no móvel da televisão. Ele pediu-me um bocado de trapilho, este miúdo adora fios e cordas, e atou o fio à cintura com a granada presa. Eu perguntei se ele sabia o que isto era ao que ele respondeu:
"Claro que sim! É uma coisa dos bombeiros para apagar fogos, mas dos pequenos que os grandes tem de ser com os carros!"
E finalizou com um quando for grande vou ser bombeiro ou polícia, depois logo se vê.
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Dela

Estava a fazer desenhos para a mamã e quis fazer um para o mano. Eu estava a dar de mamar à mais pequena e ela perguntou-me como se escrevia Francisco. Fui ditando as letras, apenas o N e o C tive de dizer do que eram (N de Ana e ninho; C de Catarina e Cinderela) e sem mais ajudas escreveu o nome do irmão. Como começou a escrever no lado contrário ao suposto fez o nome todo em espelho :)

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06 novembro 2010

Exploração infantil



Como limpar com as crianças à volta?
Nada mais fácil, é só ter pelo menos tantos panos como crianças e pô-los a "ajudar".
Os vidros da sala já estão, agora vai ser o pó!
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05 novembro 2010

Jogos

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O jogo não é novo nem é nada de estranho estar o chão cheio de brinquedos, a novidade é a forma de jogar. Passaram grande parte do dia a brincar com estas peças e agora até estão a fazer um concurso de quem faz a torre mais alta. Antes da sesta a criatividade inerente ao jogo deu-lhes para outra coisa, tiro ao alvo uns aos outros...

Doenças

Os mais velhos continuam com febre, ambos estão com olhos de "carneiro mal morto", ranho transparente a escorrer dos narizes e tosse.
O mais novo com ranho e tosse, a mais nova até agora parece bem e eu com tosse e com a garganta nada famosa.
Avizinha-se um fim-de-semana jeitoso...

04 novembro 2010

E para termos a certeza que a estação fria está mesmo instalada...

16:34 - Ligam da escola a avisar que a Flor está muito murchinha e com 38,1º
17:03 - Ligam da escola a avisar que o Rafa está muito murchinho e com 38,3º

Bolas...

Escola

"Como foi o teu dia, divertiste-te muito?"
"Sim, mas o T. deu-me um pontapé."
"Um pontapé? Porquê? Fizeste-lhe alguma coisa?"
"Não, ele é muito bruto."
"Mas foi com força? Choraste?"
"Sim."
"E disseste à S. (educadora) que ele te tinha dado um pontapé?"
"Não, ela não estava lá, disse à A. (auxiliar)."
"E o que é que ela fez?"
"Deu um pontapé ao T."
"Um pontapé?!"
"Sim, é assim que ela faz."

Espero que não seja "assim que ela faz" e que seja apenas uma mistura de fantasia com a realidade, mas hoje quando o for buscar à escola vou averiguar.

Foi a primeira vez que me disse que alguém lhe tinha batido na escola e isto é das coisas que mais me assustam por ele ser tão bonzinho.

03 novembro 2010

Frases dela

Por muito pirata que seja, e ela é mesmo muito pirata, consegue ser um doce de menina. Adora a mana e anda sempre a dar-lhe festinhas e beijinhos.
Quando está ao pé dela está sempre a dizer com um ar meloso: "A bebé é tão linda..."ou "Eu gosto tanto da (nossa) bebé..." e ontem saiu-se com um "A bebé que saiu da tua barriga é tão linda...", deve ser para o caso de não termos percebido bem a que bebé se referia.

02 novembro 2010

Regras ou amor de irmãos

Cá em casa existe a regra de se não come o que está na mesa não come mais nada, e se a coisa começa a repetir-se muito (geralmente com a sopa) não comem mais nada até comerem aquilo, seja nessa refeição ou na seguinte. Claro que existem (muitas) excepções pois todos têm direito a não gostar de alguma coisa ou não lhe apetecer num determinado dia.
Ultimamente tem sido o piolho 3 a não querer comer a sopa, nem sozinho, nem com ajuda, nem com a promessa de comer outra coisa a seguir. Como a situação já se arrasta à uns dias, hoje foi o dia de se não comes a sopa ao almoço não comes mais nada enquanto não a comeres. Não almoçou, foi para a cama sozinho e adormeceu sem ninguém ao pé dele (coisa rara), acordou e não quis comer a sopa. Estava eu a dizer-lhe que tinha de comer a sopa se não não podia comer mais nada e que ficava doente se ficasse sem comer e o mano mais velho, bonzão como é, estava a ouvir a conversa e diz-me:
- Ó mamã, se o mano não comer a sopa deixa-o comer outra coisa...


Ps - A sopa é de legumes e até está muito boa

29 outubro 2010

Como eles vêm as coisas

Flor - Mamã, tu és o meu amor!
Eu - Ai que bom!!!
Flor - Quando o papá deixar de ser o teu amor avisa-me para ser eu!

27 outubro 2010

Ser o quarto filho é...

"Obrigar" os papás a comprar um carro grande;

Dormir na cama dos papás sem estes terem o mínimo problema que eu fique mal habituada;

Usar fraldas reutilizáveis a condizer com a roupa;


Servir de brincadeira para os irmão;

Tomar banho quando a mamã se lembra ou já não se lembra da última vez que me deu o último;

Passar a maior parte do tempo ao colo ou no pano (95% pano Vs 5% carrinho).

07 outubro 2010

Continuação do relato das visitas

Este post poderia ter só o título, que de visitas só tivemos quem nos costuma visitar quase todos os fins-de-semana e por isso nem são visitas, são da casa (claro que os meus pais e maninha)...

Eu não me importo, aliás, até agradeço que quem só faz visitas para parecer bem não apareça. Só acho engraçado ver a diferença que existe com o aumento do número de filhos.

04 outubro 2010

Sábado

Chegados a casa depois da natação da Flor, ponho a alcofa da Lua em cima do sofá. Chega o Kiko e tira-lhe o cinto, não ligo muito e vou estender roupa. Estou no escritório e oiço o pai da casa: FLOR, NÃO, NÃO!! Vou ver o que se passa e encontro a Flor com a Lua muito direita ao colo. Tirou-a sozinha da alcofa, pegou nela e ainda deu uns passos antes do pai ter dado por isso. Disse-lhe que não podia pegar nela sozinha porque ainda são as duas muito pequenas e a Lua pode magoar-se muito se ela não a conseguir segurar bem (ela disse que sim mas que queria pegar nela "agora"...). Não fosse o susto e o perigo associado era uma foto muito bem tirada.

01 outubro 2010

Quando nasce o primeiro filho todos o vão visitar ao hospital. Quando digo todos é mesmo quase todos, desde pessoas da família que mal nos lembramos do nome, aos amigos, vizinhos,... e quem não vai fazer uma visita ao hospital vai visitar-nos a casa logo na primeira semana (e até mesmo quem visitou no hospital).
Ao segundo filho, especialmente se for relativamente próximo do primeiro, temos como visita no hospital os avós do bebé e um ou outro amigo. Os familiares que mal nos lembramos do nome nem a casa vão e os restantes amigos e família vão à nossa casa na semana seguinte.
No terceiro filho as visitas ao hospital ficam-se pelos avós, e os amigos e familiares próximos passam na nossa casa durante o primeiro mês ou assim.
Quando temos o quarto bebé podemos esperar que nos visitem ao hospital os nossos pais (e a grande Goma que é uma amigalhaça e vai a todas!!!), a restante família aproveita um aniversário familiar próximo para conhecer o mais recente rebento sem ter de ir a nossa casa, e temos um casal amigo que nos vem visitar no fim de semana seguinte (e claro os vizinhos que passam sempre para conhecer o novo bebé).
Continuação do relato (ou não) depois de mais um fim de semana.

NOTA - Quando digo os meus pais, a minha irmã está incluída!!